Neurologia e Homossexualidade

O artigo, que é apresentado a seguir, confirma e fortalece diferentes teses do Sistema Grisa e, particularmente as teses relativas à homossexualidade, presentes no livro COMPREENDENDO A HOMOSSEXUALIDADE, de Dr. Pedro A. Grisa, EDIPAPPI, de 2006.

Porém estes estudos e teses de Grisa, já eram apresentados muito antes da publicação do livro, tanto em textos publicados no site www.ipappi.com.br, quanto nos textos que integram as aulas do Curso de Aperfeiçoamento em Orientação Parapsicológica-CAOP I, II e III Níveis, oferecido pelo Instituto de Parapsicologia e Potencial Psíquico, em Florianópolis/SC e outras UFs e cidades do Brasil, nas últimas décadas.

Na transcrição do artigo abaixo, os textos em itálico são comentários feitos pelo Dr. Pedro A. Grisa.

Um livro recém-lançado por um neurologista sugere que o estresse na gravidez elevaria as chances de uma criança nascer gay. Segundo o holandês Dick Frans Swaab, autor de “We Are Our Brains” (Spiegel & Grau, 448 páginas) (“Nós Somos os Nossos Cérebros”, em tradução livre), a homossexualidade estaria ligada a uma mudança na composição hormonal e na formação do cérebro.

Grisa, em sua tese principal sobre as causas da homossexualidade, constata que as pessoas caracterizadas pela homossexualidade, sempre nascem de uma mulher depressiva.

Mais ainda, a depressão surge de pessoas que tiveram – em pelo menos três gerações consecutivas experiências de sentirem-se rejeitadas durante o período de gestação.

Segundo Grisa o stress nada mais é que uma manifestação correlata ou derivada da depressão.

Grisa enfatiza ainda que o sistema emocional afeta diretamente o sistema hormonal…

As causas apresentadas pelo neurologista, seguem – logicamente – sua ótica neurológica e orgânica.

Em Compreendendo a Homossexualidade, o autor, analisando as causas da homossexualidade, constata ainda que são três as formas naturais que a espécie humana – excessivamente multiplicada sobre o planeta terra – encontra para frear e reduzir a multiplicação de seres humanos:

1 – o multiplicar de pessoas solteiras, no período fértil;

2 – o multiplicar de pessoas estéreis e mulheres de reações abortivas cada vez mais numerosas;

3 – a forma mais eficiente, no impedimento do multiplicar de seres humanos – no já reduzido espaço da terra – ocorre com o multiplicar de pessoas homossexuais.

Toda espécie de seres vivos, cujos indivíduos são numerosos demais, para o espaço ocupado, tendem a definhar, tanto como indivíduos, quanto como espécie. Para evitar o aniquilamento total da espécie, os recursos mais naturais e normais, no caso da espécie humana, são os três acima referidos.

Nesse sentido, o neurologista acredita que fumar ou ingerir drogas na gravidez pode influenciar na formação da sexualidade do feto. “Mulheres grávidas que sofram de estresse têm maior chance de darem à luz a bebês homossexuais, porque os níveis elevados do hormônio de estresse cortisol afetam a produção de hormônios sexuais fetais”, escreve Swaab.

Fumar e usar drogas também, segundo Grisa é próprio de pessoas depressivas. Isto também é comum entre as mães de homossexuais; pois gerar filhos para seu subconsciente (inconsciente) é o mesmo que “filho faz sofrer”. Para não sofrer, o subconsciente protege a pessoa do sofrimento, evitando ou interrompendo a gravidez.

A abordagem de Swaab, professor emérito de neurobiologia da Universidade de Amsterdã, parte do pressuposto de que a sexualidade é determinada no útero e não pode ser alterada, contrariando uma visão partilhada por muitos especialistas de que a orientação sexual é uma escolha individual.

Neste aspecto Grisa concorda plenamente com o neurologista, tanto que afirma:

– Homossexualidade não é fruto de opção; é, sim, condição pessoal. A pessoa já nasce na condição de homossexual, tanto faz se masculino ou feminino.

“Embora seja frequente ouvirmos que o desenvolvimento após o nascimento também afete a orientação sexual, não há absolutamente nenhuma prova científica disso”, vaticina Swaab.

Vaticínio, que Grisa confirma e sublinha!

Para exemplificar sua tese, Swaab cita o caso de uma droga prescrita a 2 milhões de mulheres para evitar abortos nas décadas de 1940 e 1950 que, segundo ele, aumentou as chances de bissexualidade e homossexualidade nos recém-nascidos.

Grisa não analisa questões de ordem bio-orgânica, porém, se as mulheres necessitavam de drogas antiabortivas, fica evidente que seu subconsciente reconhecia “filho como perigoso causador de sofrimento e também como corpo estranho a seu organismo”. Por mais que, conscientemente a mulher quisesse manter o feto vivo, para depois abraçar seu nenê.

“A exposição à nicotina e à anfetamina durante a gravidez eleva as chances de a mãe gerar uma filha lésbica”, afirma o holandês. O neurocientista também acredita que as chances de que um bebê se torne homossexual são maiores quando a mãe já gerou filhos homens antes.

Aqui também, pelo fato de a mulher gerar filhos homens demonstra – na matemática do Sistema Grisa – que a gestante evita conceber e gerar filhas mulheres, a fim de que as mesmas não sofram em suas gestações e partos…

“Isso se deve à resposta imunológica da mãe às substâncias masculinas produzidas por bebês do sexo masculino no útero. Essa reação se torna cada vez mais forte durante cada gravidez”, acrescenta Swaab.

Voltamos a observar, Grisa não analisa sob a ótica bio-orgânica; contudo, causas mentais e emocionais conduzem a resultados semelhantes e até equivalentes às apresentadas pelo neurologista.

 

Controvérsia 

Há mais de cinco décadas pesquisando a anatomia e a fisiologia do cérebro, o holandês, que coleciona diversos prêmios em seu currículo, é um crítico voraz do chamado “livre-arbítrio” humano e muitas de suas teses têm causado polêmica.

O neurologista diz acreditar que o cérebro é pré-programado durante a gravidez, influenciando as decisões de um indivíduo durante toda a sua vida, desde suas experiências emocionais às suas preferências religiosas.

Em todas as temáticas apresentadas acima, pelo neurologista, Grisa concorda plenamente, explicitadas particularmente em seu último livro: Hipnose Humano-Pangrisiana & a Rreprogramação Mental pela Compreensão.

Tanto que Grisa afirma explicitamente: “O livre arbítrio é engano milenar e planetário!”

Mais ainda, Grisa afirma: “o ser humano não é livre nem para pensar racionalmente, pois para tanto precisa das informações presentes em seu subconsciente”. Portanto, também

para raciocinar, o ser humano necessita das informações fornecidas pelo subconsciente (inconsciente), segundo critérios pré-estabelecidos por padrões nele existentes.

A sua primeira investida no campo da orientação sexual ocorreu na década de 1980 e, desde então, Swaab vem provocando reações acaloradas de grupos de defesa dos direitos gays, que afirmam que suas descobertas enquadram a homossexualidade como um “problema médico”.

O neurologista holandês, entretanto, discorda das críticas e afirma que sua tese desconstrói o argumento de entidades ultra-conservadoras que acreditam na chamada “cura gay”.

Grisa também afirma que, durante duas décadas, acreditava que poderia libertar as pessoas da tendência homossexual; contudo, há mais de duas décadas que Grisa reconheceu ser impossível reprogramar a condição homossexual, mesmo contando com a técnica de hipnose e o processo de regressão de memória!

Além disso, como afirma que a homossexualidade é definida durante a gravidez, Swaab descarta a hipótese de que filhos de pais homossexuais tenham maior chance de se tornarem gays.

Grisa também afirma categoricamente que “crianças criadas e educadas por casais homossexuais não sofrem influência, na definição de sua sexualidade, entre homo e hetero”.

Grisa afirma ainda ser absolutamente a favor do casamento legal e até religioso entre homossexuais. Mais ainda afirma que homossexuais, por serem dotados de depressão benéfica podem ser excelentes pais de crianças e adolescentes, adotados “como filhos” por casais homossexuais.

“Crianças que cresçam em famílias de pais gays ou lésbicas não têm mais chances de ser homossexuais”. Não há qualquer evidência de que a homossexualidade seja uma escolha de vida, afirma.

A tese de Swaab, entretanto, não é inédita. No 21º Encontro da Sociedade Europeia de Neurologia, realizado em 2011, o professor Jerome Goldstein, do Centro de Investigação Clínica de São Francisco, nos Estados Unidos, apresentou dados baseados em tomografias computadorizadas que mostraram a diferença dos cérebros entre homossexuais e heterossexuais.

Segundo Goldstein, “a orientação sexual não é uma opção, ela é essencialmente neurobiológica ao nascimento”.

É o mesmo que Grisa constata, mediante análises e pesquisas próprio do estudo das personalidades pelo Sistema Grisa, particularmente ao que se refere ao período de gestação e a processo de nascimento.

Acrescentem-se ainda os estudos da relação entre gerações, proporcionados pelo estudo e análise comparativa entre diferentes tabelas familiares, tanto verticais, quanto paralelas.

Esta é linguagem própria dos parapsicólogos, especialistas em terapia e orientação parapsicológica do Sistema Grisa.

 

Cérebro

Mas essa não é a única polêmica do livro de Swaab. Na obra, o neurologista também afirma que o comportamento “irritante” dos adolescentes seria uma evolução natural para evitar o incesto e que partos difíceis seriam, na prática, resultantes da predisposição, nos recém-nascidos, a transtornos mentais como esquizofrenia, autismo ou anorexia.

Significativas também são as abordagens de grisa, em relação a estas temáticas.

Além disso, o holandês também defende outras teses, como a de que pessoas inteligentes costumam ser ateias, de que crianças bilíngues têm menos chance de desenvolver Alzheimer ou de que uma desilusão amorosa tem a mesma reação no cérebro do que a abstinência de um viciado.

Todas estas conclusões e teses do s neurologistas têm tudo a ver com os estudos já consagrados e também com os mais recentes do Sistema Grisa.

Pasmem, se quiserem, Grisa também concorda plenamente sobre a relação entre pessoas ateias e superdotados ou muito inteligentes.

Somente Grisa apresenta uma ressalva: “de que deus se está falando?”

 

Florianópolis, 18 de fevereiro de 2014.

Dr. Pedro A. Grisa

 

Fonte: http://www.lipappi.com.br/portal/blog-pan-grisa/272-neurologia-e-homossexualidade.html