Cartas Zener

As cartas Zenner foram criadas pelo Dr. Karl E. Zenner, pesquisador da Duke University, Carolina do Norte – USA, integrante da equipe do Dr. Joseph, Banks Rhine.

Rhine e sua equipe realizando milhares de testes desde 1930, provaram que a TELEPATIA, a PRÉ-COGNIÇÃO e a CLARIVIDÊNCIA são capacidades reais do ser humano e não apenas fenômenos explicáveis pela mera coincidência.

Com os resultados obtidos pelas pesquisas de Rhine comprovou-se definitivamente a realidade da PES – Percepção Extra-Senrorial e a PARAPSICOLOGIA é reconhecida como CIÊNCIA.

O BARALHO ZENNER

O Baralho Zenner é constituído por dois conjuntos de cartas, cada qual tendo o verso de cor diferente, azul e vermelho, por exemplo.

Cada conjunto é formado por cinco símbolos diferentes: Círculo; Quadrado; Ondas;  Cruz e Estrela.

Cada símbolo ou carta é repetido cinco vezes em cada conjunto. Num baralho Zenner temos pois: 5 Círculos no conjunto azul e 5 Círculos no conjunto Vermelho; 5 Estrelas em cada um dos dois conjuntos etc., perfazendo um total de vinte e cinco cartas em cada conjunto e um total de 50 cartas no Baralho Zenner completo.

USO DO BARALHO ZENNER PARA TESTES

Se você quiser fazer testes com todo rigor estatístico, leia o livro “Parapsicologia  Experimental” do Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas de São Paulo – SP, Brasil.

Mas os testes podem ser simplificados, como exemplificados a seguir, obtendo-se bons e até ótimos resultados, de valor científico, dentro de uma análise mais ampla no estudo da paranormalidade.

I – TESTE DE TELEPATIA

Telepatia é a capacidade que os seres humanos possuem de comunicar-se de mente a mente, processo em que uma pessoa faz o papel de Emissor (manda a mensagem) e outra faz o papel de Receptor (capta, recebe a mensagem).

O índice, que resultar destes testes, corresponde a maior ou menor facilidade que você possui no uso da percepção extra-sensorial – PES, no que se refere à comunicação telepática.

Você pode utilizar na prática esta capacidade no sentido de ajudar a si mesmo e a outras pessoas, assumindo uma atitude mental positiva e mais receptiva, bem como mentalizando mensagens de apoio, harmonia, saúde e felicidade para quem você quiser.

Mas lembre-se de que a harmonia é a lei e a ordem do Universo e mesmo que você possa influenciar alguém negativamente, se esta pessoa estiver vulnerável, você estará criando um desequilíbrio, uma desarmonia que, seguramente, terá consequências para você mesmo. Portanto, use esta potencialidade de uma forma positiva e, inexoravelmente, você irá colher os frutos daquilo que semear.

Há técnicas e exercícios específicos para o desenvolvimento desta potencialidade muito bem detalhados nos livros “Liberte o Seu Poder Extra” e “Paranormalidade Para Todos” do Prof. Pedro Antônio Grisa.

Para testar sua capacidade telepática proceda da seguinte forma:

a) Duas pessoas dividem o baralho, ficando cada uma com um conjunto.

b) As pessoas sentam de costa uma para a outra, observando-se que nenhum objeto do ambiente possa refletir as cartas como espelhos e outros.

c) Define-se qual das duas irá fazer o papel de Emissor fazendo a outra, consequentemente, o papel de Receptor.

d) O emissor embaralha muito bem se conjunto de 25 cartas e depois, por um sinal combinado – por exemplo, comunicando 1ª carta – retira de seu conjunto uma carta na qual fixa o olhar durante 30 a 60 segundos; enquanto isso o receptor busca captar a imagem que o emissor está olhando. Logo que o receptor teve o impulso, a intuição de que é determinada carta ou imagem, retira do seu conjunto a referida carta e a coloca sobre a mesa, virada para baixo. Passado o tempo previsto, o Emissor também coloca a carta sobre a mesa diante da qual estará.

e) É importante ficar bem definida a ordem das cartas que o Emissor usou para transmitir, bem como a das cartas usadas pelo Receptor. O ideal seria que tanto emissor quanto receptor tivessem diante de si espaços numerados de 1 a 5 ou de 1 a 10 (conforme figura 1); ou uma série de envelopes numerados dentro dos quais deposita a carta (conforme figura 2), segundo o n° de cartas que pretendem utilizar na referida jogada.

Concluído o período de transmissão e recepção das mensagens, o Receptor vira a carta n° 1 e o Emissor coloca, paralelamente, a carta que transmitiu; assim sucessivamente até virar todas as cartas da jogada, ficando as cartas do Receptor numa fila e as do Emissor em fila paralela, na mesma ordem da jogada.

RESULTADOS

Supondo-se que a jogada foi realizada com 10 cartas, observando-se as coincidências de imagens paralelas teremos um índice de acertos na comunicação telepática. Por ex.: Na jogada realizada com 10 cartas, tanto a n° 2 do Receptor, quanto a n° 2 do emissor são círculos; temos aí um acerto. Coincidem ainda as de números 4, 7, 8 e 10 com as mesmas imagens: Estrela e Estrela, Onda e Onda, etc., temos aí cinco acertos.

CONCLUSÕES

Nestas jogadas houve um índice de 50% de acertos na comunicação telepática entre o Emissor e o Receptor; muito acima da probabilidade estatística de acerto pelo mero acaso, o qual não seria superior a 25%.

Poderíamos concluir que há uma boa sintonia telepática entre as duas pessoas.

Quanto mais alto o índice de acertos maior é a comunicação mental telepática consciente entre Emissor e Receptor.

Os estudos realizados no Instituto de Parapsicologia e Potencial Psíquico demonstraram que esse índice de acertos é mais elevado e mais constante entre pessoas que mantenham um relacionamento de amizade, de sintonia afetivo-emocional e de concordância de idéias. Isso ocorre por diferentes fatores, salientando-se o da longa convivência e da interdependência.

OBSERVAÇÃO

Normalmente na primeira jogada realizada entre duas pessoas, tanto no teste de telepatia quanto em outros, o índice de acertos tende a ser elevado, caindo em jogadas subsequentes, voltando a elevar-se nas jogadas seguintes.

Os estudos do IPAPPI – SISTEMA GRISA tem demonstrado que a causa da baixa súbita de acertos e outras variações depende diretamente do estado de expectativa e ansiedade experimentados pelo Emissor e/ou pelo Receptor em cada jogada –  bloqueando a comunicação – ou estado de tranqüilidade e naturalidade – facilitando a comunicação.

Observação Importante: Durante a jogada é fundamental que o Emissor evite olhar mesmo que de passagem outras cartas, a não ser as da jogada; bem como evitar pensar ou imaginar outra. Isso poderia confundir a percepção do Receptor.

CONCLUSÃO FINAL

Tanto o teste de telepatia, quanto o de claripercipiência e/ou de pré e pós-cognição, podem transformar-se em autênticos exercícios de treinamento mental, visando o desenvolvimento da PES, desde que o Emissor e o Receptor ao final de cada jogada ou série de jogadas, procurem identificar o que teria facilitado ou dificultado a comunicação.

a) Pessoas há, que, após algumas semanas ou meses de treino relativamente freqüente, numa série mínima de 10 jogadas de 5 cartas, duas vezes por semana, percebem um grande progresso não só no índice de acertos mas também na comunicação telepática espontânea entre as mesmas e na melhoria da qualidade de relacionamento interpessoal.

b) As jogadas poderão ser realizadas de inúmeras maneiras, lembrando-se sempre de dois princípios fundamentais:

1° – O Receptor nunca poderá utilizar outro meio de captar a carta do Emissor a não ser via PES.

2° – A relação das cartas deve seguir, rigorosamente, a mesma ordem ocorrida durante a comunicação.

c) Poder-se-á por exemplo, colocar-se o Receptor numa sala e o emissor em outra, estabelecendo-se códigos de definição de tempo: por exemplo: uma batida na parede indicaria que o tempo de comunicação de uma carta encerrou-se passando-se a seguinte ou combinando-se um horário (minutos e segundos) com relógios previamente sincronizados.

Poder-se-ía ainda combinar de que o Emissor fica numa casa ou cidade e o Receptor noutra, definido-se a hora e o minuto em que o Emissor transmitirá cada carta, sendo que as mesmas seriam colocadas em envelopes numerados de 1 a 5  ou de 1 a 10, a fim de na hora de revelar as cartas poder confrontá-las com rigor.

O telefone pode ser usado para estabelecer-se o início do teste.

 

II – TESTE DE CLARIPERCIPIÊNCIA

Claripercipiência é a capacidade de perceber o que se passa fora do alcance dos sentidos, da visão, tato, paladar, olfato e audição, como se estivesse presente e sem que exista um transmissor.

O termo CLARIPERCIPIÊNCIA é mais abrangente e mais adequado que CLARIVIDÊNCIA, como coloca o Prof. Grisa em seu livro “Paranormalidade para Todos”, pois inclui as sensações correspondentes de todos os sentidos.

A claripercipiência pode ocorrer de uma forma espontânea, sem a interferência da pessoa, que quando se dá conta já aconteceu, ou pode ser adquirida através do treinamento específico, e que passa a ser exercitada pela pessoa conscientemente.

Vale ressaltar o fato de que os fenômenos negativos chamam mais a atenção e marcam de maneira mais efetiva mas, não são, com certeza, a realidade maior na vida das pessoas e no Universo.

Ter capacidade de claripercipiência é antes de tudo ter facilidade para “imaginar claramente um resultado”, e você pode usar esta capacidade no sentido positivo para o seu próprio bem e das pessoas que o cercam para a construção de uma vida melhor para você e para os seus. O resultado do teste indica o atual estágio em que você se encontra, que pode naturalmente ser desenvolvido/ aperfeiçoado, pelo treinamento.

No teste de Claripercipiência o importante é que as cartas a serem captadas não podem ser vistas por ninguém no momento da jogada, a fim de evitar-se a presença de um emissor mesmo que involuntário.

O teste de Claripercipiência pode ser realizado até mesmo por uma pessoa sozinha.

Lembrando sempre que ao buscar-se um resultado real, a sinceridade e a honestidade na realização dos testes, evitando qualquer fraude, são fundamentais e indispensáveis.

a) As cartas de um conjunto são colocadas uma a uma em 25 envelopes opacos e escuros, de preferência pretos, eliminando qualquer possibilidade de percepção visual dos símbolos das cartas.

b) Embaralha-se os envelopes.

c) Separa-se 5 ou 10 envelopes segundo a jogada desejada, colocando-os na ordem que poderão ser captados ou percebidos mentalmente pelo Claripercipiente (clarividente) – pessoa que realiza o teste.

Podem também ser separados um a um, na medida em que o Claripercipiente vai buscando captar a carta contida pelo mesmo.

d) O procedimento do teste é semelhante ao anterior; o Receptor, aqui o Claripercipiente, coloca a carta que supõe estar contida no envelope n° 1 à frente do mesmo, voltada para baixo; assim sucessivamente diante do envelope 2, 3 etc.

e) O tempo utilizado pelo Claripercipiente para captar a carta, aqui também não deverá ser superior a um minuto. Lembre-se do “lampejo de intuição”.

f) Concluída a captação da série de 5, 10 ou mais cartas da jogada, vão se abrindo os envelopes e confrontando-se as cartas como no teste anterior, dispondo-as em duas filas paralelas.

g) O número de acertos direto, por exemplo, a Estrela no primeiro envelope e Estrela na carta n° 1 do Claripercipiente um acerto; se houver acertos em outros quaisquer números, por ex.: 5, 7 e 9, numa jogada de 10 cartas, obtém-se o índice de 40% de acertos.

CONCLUSÃO

Convém lembrar que a CLARIPERCIPIÊNCIA é um grau mais avançado de Percepção Extra-Sensorial do que a Telepatia e a Pré-Cognição, é normal que aqui o índice de acertos seja inferior ao do obtido pela mesma pessoa fazendo o papel de Receptor no teste anterior.

O teste de Claripercipiência pela possibilidade de ser realizado por uma só pessoa, especialmente como treinamento mental, reveste-se de grande importância para todos aqueles que pretendem educar, canalizar e desenvolver suas potencialidades paranormais.

O treinamento da Claripercipiência recompensará você com o desenvolvimento da intuição e da rapidez e eficiência maiores na busca de soluções para quaisquer dificuldades.

 

III – TESTE DE PRÉ E PÓS-COGNIÇÃO

Pré-cognição é a capacidade do ser humano de pressentir ou prever o que está para acontecer. As previsões negativas são as que mais chamam a atenção, porque quebram a harmonia cósmica e, por isto, tem-se a impressão de que são mais comuns.

A grande importância de se conhecer efetivamente os mecanismos de funcionamento mental e desenvolver esta potencialidade é a de usá-la no sentido de intervir num acontecimento negativo previsto para mudá-lo. Há técnicas específicas para este treinamento.

O ser humano, como co-criador do universo, tem participação ativa, seja de forma positiva ou negativa, na construção do seu futuro e quem tem esta capacidade pré-cognitiva tem mais facilidade para programar-se positivamente e obter os resultados que espera.

O teste de pré e pós-cognição podem ser realizados simultaneamente, tendo como base os testes anteriores (telepatia e claripercipiência).

Observe que a pré-cognição pode ocorrer tanto com a contribuição de uma pessoa que vivencia a experiência – poderíamos chamar a isso de pré-cognição telepática – mas também pode ocorrer sem a presença de um emissor, a nível de claripercipiência – poderíamos denominar de pré-cognição claripercipiente.

A pós-cognição também pode ocorrer das duas formas, sendo que a pós-cognição que ultrapassa 50 a 100 anos, faz supor que, normalmente, seria pós-cognição claripercipiente.

A pós-cognição parece estar relacionada com o Inconsciente Coletivo de Carl Gustav Jung, ou com a herança mental dos antepassados, passada de geração em geração, especialmente no período de gestação (e pela genética?).

O teste de pré e pós-cognição, tendo como base o teste de telepatia ou de claripercipiência, difere tão somente pela presença de 2 cartas que o receptor telepático ou o claripercipiente não busca captar diretamente. Estas cartas são a carta “zero”, que antecede a n° 1 do receptor telepático ou do claripercipiente e a carta seis ou onze, que aparece após a série prevista.

No teste em que o emissor participa, antes de anunciar que está visualizando a carta n° 1, já deverá ter visualizado a carta zero, sem que o emissor saiba.

Também ao encerrar a série o emissor visualiza a carta seis ou onze após comunicar ao receptor que a série está encerrada.

CONCLUSÃO

Observando-se as mesmas cartas mantidas na mesma disposição podemos observar formas de relação e coincidências. Por ex.: A carta n° 2 do Emissor é Quadrado e a carta n° 1 do Receptor também é Quadrado. Isso significa que o receptor não captou telepaticamente a carta n° 1 do emissor que poderia ser um Círculo ou outra qualquer, mas captou antecipadamente a carta seguinte, n° 2 , que o emissor iria retirar do baralho, ocorrendo um fenômeno ou acerto de Pré-Cognição.

Segundo o número de acertos ocorridos da mesma forma, teremos o índice de capacidade pré-cognitiva do Receptor na presente jogada.

Supondo-se que ocorram sete acertos, numa jogada de dez cartas, teríamos um índice de 70% de acertos, considerado muito elevado.

Esse índice indicaria que ocorre uma intensa comunicação pré-cognitiva do Receptor, que, normalmente, sempre se antecipa às idéias e iniciativas do Emissor.

O mesmo ocorre com a pós-cognição. Se a carta de n° 1 do receptor for igual a carta de número zero do emissor, significa que ele captou a carta do emissor, mesmo sem ter sido informado de sua existência, indicando um acerto na categoria pós-cognição.

É importante salientar que tanto a pré quanto a pós-cognição, podem ser observadas simultaneamente em uma mesma jogada, inclusive a comunicação telepática. Basta observar a seqüência das cartas e os acertos.

 

IV – QUESTIONAMENTOS SOBRE AS CARTAS ZENNER

Ainda que as cartas Zenner tenham sido consagradas pelo pai da Parapsicologia científica, Joseph Banks Rhine, já foram questionadas quanto a escolha dos símbolos utilizados. Apresentamos alguns desses questionamentos, com os quais concordamos:

1) A semelhança existente entre o círculo e o quadrado, pois podem ser vistos como dois “túneis” diferenciados apenas pela borda quadrada ou redonda;

2) A semelhança entre a cruz e a estrela, pois são dois elementos nos quais as pontas de destacam e, em ambas, o corpo central do elemento é maciço (todo escuro);

3) Por outro lado, a cruz poderia ser motivo de bloqueio para o receptor que tenha registrado em seu subconsciente a imagem da cruz como símbolo de morte;

4) Os símbolos escolhidos são considerados símbolos estáticos, o que não corresponde a realidade dinâmica, normalmente, vivenciada pelas pessoas;

5) Sugestões de novos símbolos:

a) Tomando-se símbolos estáticos poder-se-ía utilizar os números 2, 4, 5, 7 e 8, pois suas imagens são bem distintas entre si;

b) Selecionando símbolos dinâmicos poder-se-ía optar por imagens de animais de espécies cujas características fossem bem diferenciadas como: uma ave, um inseto, um réptil, um peixe, um mamífero.

Especialmente para o treino da paranormalidade, o importante é você possuir um sistema padronizado de símbolos a fim de melhor avaliar o progresso obtido nos messes ou anos de treinamento.

Você quer de fato ingressar no rol das pessoas que desfrutam dos benefícios do Novo Milênio ou da Era de Aquarius? Aqui você está de posse de importante instrumento para desenvolver suas potencialidades.

 

V – OBSERVAÇÃO FINAL

É importante que você não faça destes testes apenas uma brincadeira superficial e passageira. Tenha seu caderno de registro. Anote o resultado de cada teste, de preferência colocando o registro das duas filas de cartas definindo qual é a do Emissor e qual a do Receptor ou qual dos envelopes, é do “claripercipiente”.

Registre ainda a data de cada teste e o nome dos participantes.

O confronto dos resultados com o passar do tempo poderá ser surpreendente!

Os inúmeros benefícios decorrentes do treinamento da paranormalidade, em geral, e da Percepção Extra-Sensorial – PES, em particular, você os perceberá na medida em que persistir nos exercícios.

Sugerimos a leitura do livro PARANORMALIDADE PARA TODOS de autoria de Pedro A. Grisa, no qual você encontrará explicações detalhadas sobre Paranormalidade, e especificamente sobre Telepatia, Pré e Pós-Cognição e Claripercipiência em capítulos específicos.

 

TESTE DE PARANORMALIDADE

CARTAS ZENNER

Capacidade que o ser humano tem de produzir, desencadear fenômenos paranormais. A paranormalidade é uma capacidade latente em todos os seres humanos. Pode se desabrochar espontaneamente pela genética ou pelo sofrimento. Pode ser treinada por métodos e técnicas e ativando a pineal.

Genética – comum entre os familiares – com características físicas: “orelha egípcia”, “mãos de curador psíquico”, “linha do samaritano”, “cruz mística”, “linha do sol”.

Sofrimento – sobrevivência do indivíduo, do ser único e da espécie.

Treinada – treinar a paranormalidade é abrir espaço ao Subconsciente para que ele tenha maior liberdade de atuação, para que assuma mais plenamente sua fantástica capacidade de ação em todas as dimensões da existência humana.

Extraído de http://www.ipappi.com.br

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